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terça-feira, 19 de maio de 2015

HOMENS EXEMPLARES CITADOS POR DEUS

HOMENS EXEMPLARES CITADOS PELO PRÓPRIO DEUS

 

“ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles, pela sua justiça, livrariam apenas a sua alma, diz o Senhor JEOVÁ.” (Ezequiel 14:14 RC)

 

“ainda que Noé, Daniel e Jó estivessem no meio dela, vivo eu, diz o Senhor JEOVÁ, que nem filho nem filha eles livrariam, mas só livrariam a sua própria alma pela sua justiça.” (Ezequiel 14:20 RC)

 

01. CONTEXTO

a.    O contexto é o de uma revelação profética nada boa para a "casa de Israel": uma mensagem de juízo por causa dos pecados nacionais do povo. O contexto imediato revela Ezequiel profetizando:

                                  i.    a condenação dos profetas mentirosos – Havia profetas mentirosos, falsos, que estavam sempre a "profetizar" aquilo que satisfazia o coração do povo; não havia mensagem de juízo, mesmo o povo vivendo na podridão do pecado – parece-se muito com o que acontece hoje, especialmente com muitos "profetas das redes sociais"; é só "bênção"! – Meu irmão, se você "der a entender" (não precisa nem dizer claramente) a uma pessoa que ela não precisa arrepender-se, que ela pode acumular pecado sobre pecado, e que Deus não se importa com isso e vai "enchê-la" de bênçãos, você não se difere em nada desses profetas condenados por Deus através de Ezequiel.

                                ii.    a condenação dos anciãos idólatras de Israel – veja o capítulo 14. Os ídolos estavam no coração daqueles anciãos.

                               iii.    e a condenação de Jerusalém – Jerusalém tornara-se rebelde contra Deus e será julgada e condenada. É nesse ponto que Deus cita Noé, Daniel e Jó – Ainda que esses três homens justos estivessem em Jerusalém e intercedessem por ela, ela não seria poupada.

b.    Bem, esse é o contexto em que esses homens exemplares são citados por Deus. Vejamos agora alguns fatos sobre cada um deles e algumas lições que podemos tirar para nós.

 

02. NOÉ

a.    Fatos sobre Noé:

                                  i.    Um homem que, num tempo em que a maldade humana multiplicara-se sobre a face da terra ao ponto de Deus resolver destruir tudo com um dilúvio, achou graça diante dos olhos do Senhor por ser varão justo e reto e andar com Deus – Gênesis 6.8-9

                                ii.    Alguém que obedeceu a Deus, mesmo sendo o que Deus o mandara fazer uma loucura aos olhos humanos, uma insensatez

                               iii.    Mas o fato principal talvez seja sua perseverança na pregação – Em 2 Pedro 2.5 lemos que Noé tornou-se pregoeiro da justiça. Quanto tempo ele foi esse pregoeiro? R: 120. E quantos se "converteram"? R: ninguém. Isso demonstrava sua fé e com quem era o seu compromisso.

b.    Lições de Noé para nós:

                                  i.    Não importa o quanto estejamos rodeados de pessoas que só fazem pecar e pecar e pecar, pessoas que vivem em iniquidade, nós podemos e devemos ser fiéis, andar com Deus.

                                ii.    Não importa o quão impopulares e "estranhas" aos costumes da sociedade sejam as orientações de Deus para nós em Sua Palavra, cumpre-nos obedecer.

                               iii.    Importa pregarmos; importa agirmos como Arautos, aqueles que levam uma mensagem oficial do Rei. Devemos esperar que muitos se convertam, mas se porventura isso não acontecer, devemos continuar a pregar, pois nosso grande compromisso não é conosco mesmo, não é simplesmente com a igreja pela igreja em si e nem é com as pessoas para quem pregamos, ainda que haja algum; nosso grande Compromisso é com o Deus que nos mandou pregar. Então, importa-nos pregar, e pregar aquilo que Ele mandou pregar – nada de invenções.

 

03. DANIEL

a.    Fatos sobre Daniel

                                  i.    Ainda jovem foi levado cativo para a Babilônia, e matriculado, juntamente com outros 3 jovens nobres de Judá, numa escola criada por Nabucodonozor para a formação de administradores para servirem ao império Babilônico – Daniel 1.1-7

                                ii.    Após tomar conhecimento da "porção diária" de alimentos, determinada pelo Rei, propôs em seu coração não se contaminar – não comeria senão legumes e beberia água – As carnes poderiam ser de animais considerados imundos e até mesmo sacrificadas a ídolos.

                               iii.    Recebeu de Deus grandes revelações proféticas acerca do desenrolar da história, sendo uma delas, uma fascinante, a em que ele interpreta o sonho de Nabucodonozor acerca de uma grande estátua cuja cabeça era de ouro puro, o peito e os braços de prata, o ventre e as coxas de cobre, as pernas de ferro e os pés em parte de ferro e em parte de barro; e a essa estátua, uma pedra cortada sem o auxílio de mãos, fere os pés de ferro e barro e os esmiúça, fazendo ruir e esmiuçar-se também, o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro – Tudo isso está no capítulo 2; vejamos lá a interpretação dada por Deus a Daniel – vs. 36 a 45 – é o desenrolar da história desde a Babilônia sob Nabucodonozor até o estabelecimento de um reinado que não será destruído e que não passará a outro povo. Ora, este reinado só pode ser o reinado de Cristo, no tempo chamado milênio, ou reinado milenial de Cristo sobre a terra.

                               iv.    No tempo de Belsazar, ele interpreta a escritura na parede, acerca de Belsazar – Veja Daniel 5

                                 v.    No tempo de Dario, recusou-se a cumprir o decreto real de não orar a ninguém mais senão ao Rei, decreto esse que Dario assinou por artimanha de invejosos, e foi lançado em uma cova de leões, mas foi protegido por Deus através de um anjo que fechou a boca dos leões – veja Daniel 6.

                               vi.    E há outros fatos, mas talvez o principal, ou mais lembrado, até mesmo porque foi isso quem o levou à cova dos leões, outro fato bem lembrado, seja sua perseverança na oração a Deus – isso demonstrava em quem ele cria, sua firme fé em Deus.

b.    Lições de Daniel para nós:

                                  i.    O fato de sermos bons servos de Deus não nos livra necessariamente de tudo o que pode ser considerado ruim – Daniel foi honrado por Deus e protegido por Deus lá na Babilônia, mas ele foi levado para lá cativo. Ele foi protegido NA cova dos leões, mas não DA cova – Deus tem os Seus propósitos.

                                ii.    Vivendo num mundo cheio de impurezas, nós que servimos a Deus, devemos propor, assentar, resolver firmemente em nosso coração não nos contaminarmos. Devemos levar a sério Romanos 12.1-2. Devemos levar a sério Judas 1.23 e detestar até a roupa contaminada pela carnalidade.

                               iii.    Naquilo em que para obedecermos à lei dos homens temos que abrir mão de nossa fidelidade a Deus, fiquemos com Deus, mesmo que sejamos lançados em uma cova de leões famintos.

                               iv.    Nós também, de certa forma, estamos em uma cova de leões famintos; esse mundo é uma cova de leões loucos para nos devorar; satanás é um leão faminto que anda em derredor buscando a quem possa tragar; devemos observar Efésios 6.10ss. nos armar da armadura que Deus nos disponibilizou para podermos permanecer firmes.

                                 v.    Deus nem sempre nos livra da cova, mas quer que, estando lá, confiemos Nele.

                               vi.    Deus é o Senhor da história e a está conduzindo ao seu propósito final; ao lado de quem você quer ficar... das mãos de quem você quer "comer" e "beber": dos reis desta terra, dos impérios que se levantam e caem sucessivamente, dos modismos... costumes... deste mundo, ou de Deus que está de pé, dirigindo tudo ao grande final por Ele já preparado antes da fundação dos tempos?

 

04.

a.    Fatos sobre Jó

                                  i.    Um homem íntegro, reto, temente a Deus e que procurava desviar-se do mal – Jó 1.1 e 8

                                ii.    Um homem a quem Deus deixou Satanás provar – Jó 1.6-12

                               iii.    Mas talvez o fato principal, ou mais conhecido, seja sua fé perseverante em Deus mesmo na provação – isso demonstrava sua firme confiança na sabedoria e na soberania de Deus, e lhe fez vitorioso ao final – Veja algumas importantes declarações de Jó: 1.21; 19.25; 42.1-6

b.    Lições de Jó:

                                  i.    Jó era integro, reto, temente a Deus e procurava desviar-se do mal, e continuou assim mesmo sob provação, mesmo sem saber o porque daqueles acontecimentos – A verdadeira fidelidade e fé é aquela que vence a provação mesmo sem "saber", sem ter conhecimento das razões - Is 50:10: "Quem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR e firme-se sobre o seu Deus".

                                ii.    Às vezes Deus prova os seus servos. Veja 1 Pedro 1.1-7. Em fevereiro de 1999 anotei uma frase dita em uma pregação pelo Pr. Wilson Noro: Viver é uma autêntica aventura de fé. Viver é correr riscos. Deus deseja fazer-nos verdadeiras peças de aço. Deus quer que sejamos carvalhos, rochas de granito, e, para tornar-nos assim Ele precisa às vezes levar-nos até à sala do sofrimento. Deus às vezes afasta de nós os resultados positivos, para que aprendamos a confiar nele sem tais resultados.”

                               iii.    Repare na declaração de Jó em 1.21: "Nu saí do ventre de minha mãe e nu para lá voltarei; o Senhor o deu, o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor". Comparando com algumas declarações que vemos hoje: "eu declaro/determino a bênção tal sobre minha/sua vida", "eu declaro/determino a vitória", "eu declaro/determino que vou/você vai sair desta situação", qual tipo demonstra mais fé em Deus? Bem, isso depende do conceito de fé. Qual é o seu conceito de fé? Se o seu conceito de fé é do tipo que crê na soberania de Deus, na Sua Onipotência, na Sua Onipresença, na Sua Onisciência, no Seu amor, na Sua Sabedoria e outros atributos mais, e, portanto, crê que Aquilo que Ele faz, mesmo que não seja o que você queira, é melhor, então a declaração de Jó pra você é a que demonstra mais fé. Porém, se o seu conceito de fé é do tipo que pensa que por causa de alguma virtude pessoal, algum mérito, ou mesmo alguma "força interior diferenciada", uma pessoa pode determinar a Deus o que Ele deve fazer, não tendo Ele outra saída senão obedecer (como o gênio da lâmpada de Aladin), então pra você as outras declarações e não a de Jó demonstram mais fé. Aliás, seguindo esse conceito, declarações não só como as de Jó, mas até mesmo como a de Jesus quando orou ao Pai dizendo para que não fizesse conforme ele (Jesus) queria, e, sim, conforme Ele (o Pai queria), são declarações que demonstram falta de fé. Jó nos ensina o tipo de fé que devemos ter em Deus, do tipo que se entrega à sua Soberania e confia em Seu amor.

 

05. CONCLUSÃO

a.    Num tempo em que o povo estava corrompido pelo pecado, Noé, Daniel e Jó são lembrados por Deus como homens justos.

b.    Quando Deus se lembra de você, que tipo de pensamento você acha que Ele tem a seu respeito? Você é como Noé, Daniel e Jó ou é como os profetas mentirosos, os anciãos idólatra e os moradores de Jerusalém corrompidos pela podridão do pecado? (Obviamente que dizer que Deus "se lembra" e que "lhe vem à mente algum pensamento" é só uma forma humana de fala, um "antropomorfismo", pois Deus não "se lembra" e nem "se esquece" e nem "algum pensamento lhe sobre à mente", não! Todas as coisas estão nuas e patentes diante de Seus olhos, sem Ele precisar de nenhum esforço mental, mas precisamos falar assim por causa da NOSSA limitação)

c.    É urgente! O mundo precisa que nós sejamos crentes exemplares; o mundo precisa que nós sejamos luz sobre o veladouro; o mundo precisa ver em nós um não conformismo com ele; o mundo precisa ver em nós pessoas que verdadeiramente honram a Deus; o mundo precisa de Noés, Daniéis e Jós, e poderíamos acrescentar outros nomes além destes cuja fidelidade a Deus precisamos imitar.

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

prwalmir@hotmail.com

www.prwalmir.blogspot.com.br

 

Muqui – Maio de 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

QUEM É JESUS PRA VOCÊ


QUEM É JESUS PRA VOCÊ?

Esboço preparado para pregar na IBMuqui no dia 17/05/2015

Para pregar esse esboço é bom estudar bem os textos bíblicos apresentados

 

Ø  Mateus 16.13

Ø  Dueto (eu e Ester):

 

Quem é Jesus pra você?

Quem é Jesus pra mim eu vou dizer:

 

Jesus é o ar que eu respiro,

A canção que eu prefiro,

A luz do meu olhar,

Certeza do meu rumo,

Suave e santo prumo que me mantém em pé.

 

Quem é Jesus?

 

Jesus, vida de minha vida,

Graça prometida,

Eterno e santo Rei,

Suave e Bom Pastor,

É o meu Consolador

E o consumador e autor da minha fé.

 

Ø  Quem é Jesus pra você?

Ø  Vejamos alguns pensamentos a esse respeito que encontramos na Bíblia:

 

1.    João, o evangelista, irmão amado e por muitos venerado, começa o seu evangelho com declarações profundas acerca de Jesus:

a.    Ele é o verbo de Deus que estava no princípio com Deus e que é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós.

b.    Ele é a luz que resplandece nas trevas e vence as trevas.

c.    Ele é aquele que dá a todos que o recebem o poder de serem feitos filhos de Deus.

2.    Pedro, o tão conhecido, amado e por muitos venerado, Pedro, o Apóstolo, o reconheceu como:

a.    O Cristo, Filho do Deus Vivo – Mateus 16.15-16

b.    Aquele que tem as palavras de vida eterna – João 6.68

c.    Aquele cujo nome é o único em que podemos ser salvos – Atos 4.12

d.    Aquele que foi constituído juiz dos vivos e dos mortos – Atos 10.42

3.    O Amado e por muitos venerado, João Batista, o profeta reconhecido por Jesus como sendo o maior de todos os profetas (Lucas 7.28), o reconheceu como:

a.    Aquele que mesmo tendo nascido neste mundo depois dele, já "era" antes dele, por ser a manifestação divina na pessoa do Filho, em carne humana – João 1.15 e 34

b.    O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo – João 1.29

4.    Nicodemos, o fariseu de João 3 o reconheceu como:

a.    Mestre vindo de Deus – João 3.2

5.    O "incrédulo" Tomé, depois que Jesus se manifestou a ele da forma como ele sugeriu para crer (João 20.25-27), o reconheceu como:

a.    Senhor meu e Deus meu – João 20.28

6.    Paulo, que antes perseguia os cristãos e consentia em sua morte, depois que Cristo o alcançou ele aprendeu acerca de Cristo que ele é, dentre outras coisas:

a.    Aquele cujo evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê – Romanos 1.16

b.    O Senhor da Glória – Romanos 2.8

c.    Aquele que, crucificado tornou-se escândalo para os judeus e loucura para os gregos, mas, para os que são chamados, manifestação do poder e sabedoria de Deus – 1 Coríntios 1.23-25

d.    Aquele que é antes de todas as coisas e em quem todas as coisas subsistem – Colossenses 1.17

e.    Aquele que veio ao mundo para salvar os pecadores – 1 Timóteo 1.15

f.     O único Mediador entre Deus e os homens – 1 Timóteo 2.5

7.    O escritor aos Hebreus, seja ele quem for, reconheceu a Jesus, em toda a extensão de sua carta, como:

a.    Aquele por meio de quem Deus nos fala,

b.    Superior aos anjos por ser o Filho de Deus,

c.    Superior a Moisés,

d.    Superior aos sumos sacerdotes do antigo pacto,

e.    Exemplo de perseverança em meio às provações e, principalmente,

f.     A salvação que não deve ser negligenciada porque não escapará da condenação aqueles que assim agirem (2.3)

 

Ø  Bem, essas são algumas palavras de João o Evangelista, Pedro, João Batista, Nicodemos, Tomé, Paulo e do escritor aos Hebreus acerca de Jesus, quem ele é. Mas, e pra VOCÊ? Quem é Jesus? O que você crê acerca de Jesus? Você crê em tudo o que a Bíblia diz sobre ele?

a.    Você crê que Ele é o verbo de Deus que estava no princípio com Deus e que é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós; que Ele é a luz que resplandece nas trevas e vence as trevas e é aquele que dá a todos que o recebem o poder de serem feitos filhos de Deus?

b.    Você crê que Ele é o Cristo, Filho do Deus Vivo, Aquele que tem as palavras de vida eterna, cujo nome é o único em que podemos ser salvos e que ele é Aquele que foi constituído juiz dos vivos e dos mortos?

c.    Você crê, como João Batista, que ele é aquele que mesmo tendo nascido neste mundo depois dele, já "era" antes dele, por ser a manifestação divina na pessoa do Filho, em carne humana e que Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo?

g.    Você crê que ele é aquele cujo evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê; que ele é o Senhor da Glória; que ele é aquele que, crucificado, é a manifestação do poder e sabedoria de Deus; que ele é antes de todas as coisas e em quem todas as coisas subsistem; que ele veio ao mundo para salvar os pecadores e é o único Mediador entre Deus e os homens?

Ø  Você crê que Ele é o Salvador enviado por Deus Pai, e arrependido de seus pecados, o recebe como tal (Salvador)?

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

prwalmir@hotmail.com

Esboço preparado para pregar na IBMuqui no dia 17/05/2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

QUEM É UM BOM SERVO DE CRISTO?

 

QUEM É UM BOM SERVO DE CRISTO?

 

Quem pode ser considerado um bom servo de Cristo?

Ofereço, para nossa reflexão, não todas, mas algumas, mais precisamente doze características encontradas na Palavra de Deus que em as havendo em alguém demonstram ser ele um bom servo de Cristo. Vamos a elas:

 

01. Primeiro de tudo, é alguém que ama, porque o amor é o grande mandamento e sem o amor nada tem grande significado – Veja Mateus 22.34-40; 1 João 4.7-21 e 1 Coríntios 12.31-13.3, 13.

02. É alguém que reconhece a necessidade de aprender e se dispõe a isso – Veja Lucas 10.39

03. É um guerreiro bem armado – Veja Efésios 6.10-18

04. É alguém que se "desembaraça" para correr bem a carreira que lhe está proposta – Veja Hebreus 12.1

05. É alguém que não fica olhando para "os lados", e sim, firmemente, para Jesus – Veja Hebreus 12.2

06. É um semeador do Semeador – o Semeador (com S maiúsculo) é Cristo, e o semeador (com s minúsculo) é o bom servo de Cristo – Veja Mateus 13.24ss.

07. É alguém que se comporta como um embaixador através de quem Cristo oferece a reconciliação com Deus – Veja 2 Coríntios 5.19-20.

08. É alguém que se oferece integralmente a Cristo – Veja Romanos 12.1

09. É alguém que não se amolda a esse mundo – Veja Romanos 12.2

10. É alguém cuja prioridade é o Reino de Deus e Sua justiça – Veja Mateus 6.33

11. É alguém que busca as coisas que são de "cima" e cujo pensamento está focado nas coisas que são de "cima" – Veja Colossenses 3.1 e 2

12. Enfim, é alguém que se "despoja" (Apotithemi = colocar de lado, tirar do caminho, remover) de algumas coisas e se "reveste" de outras – Veja Colossenses 3.8-17

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

prwalmir@hotmail.com

Muqui – Maio de 2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

FALTAR À IGREJA


FALTAR À IGREJA

 

Por Pr. Wagner Antonio de Araújo

 

Não deixemos de congregar-nos, como é costume  de alguns, antes admoestemo-nos uns aos outros; tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (Hb 10:25)

 

 

         Costumamos encontrar bons motivos para justificar a nossa ausência nos cultos. Muitos sequer vão a um deles, pois a maioria das igrejas celebram dois cultos aos domingos. "Ir duas vezes cansa!"

         “Não pude ir porque estava cansado”, “meu filho estava com febre”, “estive trabalhando”, “recebi visitas”, “fui visitar um parente”, “tinha que terminar um trabalho escolar”, “estava indisposto”, “estava chateado com a igreja”, “não gosto do pregador que iria ocupar o púlpito”, “cultuei a Deus em casa”, “sou mais crente do que quem está lá a esquentar os bancos”, “ninguém repara que eu existo”, “não sou valorizado”, etc.

         Algumas coisas justificam uma ausência. Mas a verdade é que a maioria delas são meras desculpas. E, cada vez que nos ausentamos dos cultos na igreja, sentimos maior facilidade em faltar uma próxima vez. Diz-se que a cada domingo faltado a igreja está um quarteirão mais distante. O primeiro é difícil de faltar. Os outros vão se tornando mais fáceis. Quando despertamos, já estamos fora da comunhão e somos estranhos na igreja local.

         Deus não quer e não deseja crentes em carreira solo, a viver na dependência de si próprios, a justificar que as igrejas ultimamente não são boas ou dignas. As igrejas nunca foram perfeitas. Enquanto houver seres humanos nelas, a imperfeição sempre existirá, exceto quando elas tornarem-se Igreja Triunfante, formada pelo número completo de crentes, transformados pela ressurreição e arrebatamento.

         Fomos chamados para suportar-nos uns aos outros em amor.

         Não somos conhecedores de tudo. Assim, nos edificamos uns aos outros naquilo que ouvimos e naquilo que ensinamos. Por isso é importante participar.

         Jesus disse que o amor seria o distintivo de seus seguidores. Não há como realmente amar alguém sem conviver, e a igreja oferece a oportunidade de convivência uns com os outros.

         Também temos os dons do Espírito Santo, e, juntos, nos completamos. Separados, somos incompletos e não temos a oportunidade de colocar os dons em ação e em prática. Precisamos servir ao Senhor e servir-nos mutuamente em amor.

         Jesus nunca propôs aos apóstolos que vivessem sós, mas que fizessem discípulos. Devemos ser exemplo aos mais novos e também aprender com os mais velhos. A igreja nos dá a oportunidade de aprender e ensinar.

         Também encontramos a família perdida. Deus nos faz viver em família, dando aos órfãos pais postiços, aos pais filhos por consideração, aos solitários um grupo constante e amoroso de amigos. A igreja é uma bênção!

         Deixar de estar ao culto uma vez ou outra, por motivo de força maior, é aceitável. Viver buscando esses motivos e fazendo deles justificativa para não participar da igreja, é pecado, e Deus não se agrada disso. Não deixemos de congregar-nos.

 

Wagner Antonio de Araújo

Igreja Batista Boas Novas de Osasco SP

bnovas@uol.com.br

www.uniaonet.com/bnovas.htm

terça-feira, 28 de abril de 2015

NÃO HÁ RAZÃO PARA O TEMOR

NÃO HÁ RAZÃO PARA O TEMOR

 

Ø  Lá estava eu em meu escritório pensando em um tema para reflexão, quando escuto minha esposa falando com o André, meu filhinho de 11 meses nessa ocasião, que se assustou com o barulho da furadeira que estava sendo usada pelo irmão Pedrinho e correu para o colo dela. Ela lhe falava que não precisava ter medo porque era só uma furadeira. Obviamente que ele ainda não entende bem, mas é assim que vai aprendendo que não precisa temer certas coisas, bem como as razões para o não temor.

Ø  Bem, com os irmãos hoje quero refletir que não há, se somos servos de Deus, razão para temermos enquanto peregrinamos por este mundo.

Ø  Por que?

Ø  Vejamos pelo menos seis razões:

 

1.    Porque o Senhor nos remiu e agora somos Dele.

a.    “Mas, agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Isaías 43:1 RC)

b.    Não só Israel lá no passado, mas nós também fomos remidos por Deus em Cristo e somos Dele: “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,  ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente,  aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo,  o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.  Fala disto, e exorta, e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze.” (Tito 2:11-15 RC)

c.    E o Senhor conhece os que são Seus: “Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade.” (2 Timóteo 2:19 RC)

2.    Porque o Senhor é o nosso escudo.

a.    “Depois destas coisas veio a palavra do SENHOR a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão.” (Gênesis 15:1 RC)

b.    “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.  E, assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem. ” (Hebreus 13:5-6 RC)

3.    Porque o Senhor nos toma pela mão e nos ajuda.

a.    “Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.” (Isaías 41:13 RC)

b.    "Estou convosco todos os dias..." disse Jesus...

c.    Romanos 8.28-29 diz que Deus agem em todas as coisas para o bem daqueles que o amam e qu são chamados segundo o Seu propósito.

4.    Porque nada pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus

a.    Veja Romanos 8.35-39

5.    Porque o Deus que cuida de nós sabe todas as coisas.

a.    E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos.” (Mateus 10:30-31 RC)

6.    Por que Deus tem um reino preparado para nós.

a.    “Não temas, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino.” (Lucas 12:32 RC)

 

Ø  Por essas e outras razões mais é que podemos afirmar que, se somos de Cristo não há razão para temor.

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

Muqui – Abril de 2015